JAMBOREE RECEBE NATTY NAYFSON (JAMAICA BRASILEIRA)


O maranhão será na JAMBOREE!
Depois de uma edição mais do que especial onde reverenciamos uma das maiores lendas vivas do reggae Jamaicano, a JAMBOREE retorna às edições de baile em casa nova e homenageando uma lenda viva do reggae Brasileiro: Natty Nayfson, um dos maiores representantes da cultura regueira maranhense.
Em atividade desde a década de 70, Natty Nayfson é dono de uma das mais antigas radiolas em atividade ininterrupta, radialista, colecionador, pesquisador e, acima de tudo, um humilde e gigante amante do Reggae.
Ele deu seus primeiros passos ainda menino - antes mesmo do Maranhão ficar conhecido como a JAMAICA BRASILEIRA - quando gostava de frequentar os poucos bailes da década de 70 que tocavam o ritmo que lhe mais agradava, o Reggae.
No início da década de 80, resolveu montar seu próprio sound system, ou radiola, em "maranhes" clássico, e batizá-lo de FM NATTY NAYFSON.
FM porque levar o reggae para todo seu estado era seu objetivo.
FM pois tal qual um onda de radio que viaja longas distâncias,Natty Nayfson viajou por todo o mundo atrás de "pedras" para sua seleção. Visitou todas ilhas do Caribe, Inglaterra, França, Suiça, e, é claro, Jamaica... 35 vezes!
Consolidou-se nas décadas seguintes como um dos mais carismáticos agitadores do reggae no Brasil, sendo carinhosamente batizado pelo público maranhense como "O príncipe do reggae" tamanha sua simpatia, humildade e dedicação ao reggae nos seus quase 40 anos de carreira.
Para sua primeira apresentação em São Paulo fora de sua radiola, Natty resolveu deixar tudo ainda mais especial. Ele, que já não toca mais com discos há algumas décadas, resolveu mergulhar em sua gigantesca o coleção e vai mandar o mais puro roots reggae diretamente dos discos de vinil.
Para essa edição especial, anunciamos também a nova casa da JAMBOREE nos formatos de baile; O Bar Z palco.
Uma das pistas mais interessante de pinheiros, abre suas portas aos 11 anos de nossa festa e promete além de uma estrutura de primeira, um bar com variedades de cervejas, drinks e uma cozinha especial para o evento.
Pra chegar é fácil, largo da batata! Metro Faria lima! Ciclovia na frente e valet na porta.
Então não tem desculpa, aproveitem os valores especiais dos primeiros lotes e garanta antecipadamente sua entrada em mais uma edição inédita da JAMBOREE, com a JURASSIC SOUND recebendo o lendário NATTY NAYFSON diretamente da JAMAICA BRASILEIRA!

*Jamboree recebe Natty Nayfson(maranhão)*
Dia 24 de Junho(sábado)
23 horas
Z Palco
Avenida Brigadeiro Faria Lima 724(largo da batata/pinheiros)
Ingressos antecipados(sympla)
20 primeiro lote
30 segundo lote
40 terceiro lote
Pagamentos via boleto, cartão débito ou parcelado em até 10x no crédito.

Johnny Clarke LIVE @ Jamboree - São Paulo/Brasil - 08/04/2017


Mais uma vez São Paulo teve a chance de conferir um dos artistas mais aclamados do Reggae.

Direto da Jamaica, Johnny Clarke fez no dia 08/04/2017 uma apresentação que marcou a história do gênero na capital paulista.

Decidimos disponibilizar o áudio desse show para reforçar essa memória.

A gravação foi feita em apenas um canal. Ou seja, esse álbum é apenas para lembrar dessa data histórica e não tem nenhuma pretensão comercial.

Sinta-se livre para descarregar, compartilhar e conferir mais de uma hora da performance de Johnny Clarke, ao vivo!!!!

Um agradecimento especial aos Leões de Israel, ao fotógrafo Fernando Martins e ao ilustrador La Lombriz Lalo.

01 - Johnny Clarke @ Jamboree - Intro
02 - Johnny Clarke @ Jamboree - Medley
03 - Johnny Clarke @ Jamboree - King of the arena
04 - Johnny Clarke @ Jamboree - Blood Dunza
05 - Johnny Clarke @ Jamboree - Every Knee Shall Ball
06 - Johnny Clarke @ Jamboree - Dance to the Music
07 - Johnny Clarke @ Jamboree - Declarations of Rights
08 - Johnny Clarke @ Jamboree - Left With a Brooken Heart
09 - Johnny Clarke @ Jamboree - Dont Want to Be a Rude Boy
10 - Johnny Clarke @ Jamboree - Roots Natty Congo
11 - Johnny Clarke @ Jamboree - Babylon
12 - Johnny Clarke @ Jamboree - Come Back to Me
13 - Johnny Clarke @ Jamboree - African Roots
14 - Johnny Clarke @ Jamboree - Stranger in Love
15 - Johnny Clarke @ Jamboree - Going to a Ball
16 - Johnny Clarke @ Jamboree - Gonna Love you More
17 - Johnny Clarke @ Jamboree - Everyday Wondering
18 - Johnny Clarke @ Jamboree - None Shall Escape
19 - Johnny Clarke @ Jamboree - Enter Gates
20 - Johnny Clarke @ Jamboree - Move Out Babylon

DOWNLOAD




Jamboree especial - Johnny Clarke direto da Jamaica!



Como no Brasil o ano só começa após o carnaval e nós, como bons filhos da pátria, também optamos por iniciar as atividades depois da folia.

Deixamos para abril o pontapé inicial da JAMBOREE e, já que esperamos tanto, nada mais justo do que uma edição especial! Y&M Orgulhosamente apresenta, direto da Jamaica:

**JOHNNY CLARKE** 
(Pela primeira vez em São Paulo apoiado pelo grupo Leões de Isarel)


Dono de alguns dos maiores hits da história do reggae, Johnny Clarke nasceu em 1955 e seus primeiros passos na música jamaicana foram dados ainda como pianista da banda Caribbeats, liderada por Bobby Aitken. O grupo foi crucial para o desenvolvimento do Rocksteady nos anos 60.

Já no início da década de 70, Johnny Clarke começou a chamar a atenção de produtores após ganhar alguns concursos de talentos na Jamaica. Foi assim que Clancy Eccles gravou o primeiro single do jovem promissor, “Good Made the Sea and the Sand”. Mas os primeiros sucessos chegaram mesmo por meio de Rupie Edwards com “Everyday wondering” e “Julie”. O cantor mudou de produtor novamente, Glen Brown e posteriormente, o maior e principal de seus parceiros, Bunny Lee.

A parceria entre Johnny Clarke & Bunny Lee mudou o curso da música jamaicana na metade da década de 70 com um novo estilo de tocar o reggae.

Flying cimbals foram a novidade perfeita para que Clarke gravasse seu maior sucesso, a composição de Earl Zero, “None Shall Escape the Judgment”. Milhares de singles foram vendidos na Jamaica e no mundo! Semanas e semanas no topo das paradas! Primeiro disco lançado! E Johnny Clarke eleito o melhor artista da ilha por dois anos consecutivos, 1975 e 1976.

E esse foi apenas o começo de uma das mais sólidas e proliferas carreiras da Jamaica!

A partir daí, Johnny Clarke lançou mais de 30 discos, emplacou inúmeros hits (King of the Arena, Afrocan Roots, Blood Dunza, Roots Natty Congo, Rudeboy, Enter his Gates, Move out of Babylon e vários outros!), e gravou com diversos outros produtores como Lee Perry, King Tubby, Yabby You, Jah Shaka e Mad Professor.

Passeou por inúmeras variantes musicais Rockers, Lovers, Roots Rock Reggae e o mais importante, encantou amantes de música ao redor do mundo em seus mais de 50 anos de carreira.

Para mais essa edição especial da Jamboree, nós voltaremos ao Estúdio (dessa vez com bebidas a preço popular) na Vila Madalena.

Voltaremos ao sacro palco que anteriormente nos presenteou com o arrebatador show dos The Pioneers, para receber esse que é um dos maiores cantores de Reggae em atividade.

Esperamos todos vocês para iniciarmos com força total, o 11º ano de atividades do nosso baile!

**Jamboree especial 11 anos**

Jurassic soundsystem @ Pista
Johnny Clarke (Jamaica) @ Palco

Estúdio
Rua Pedroso de morais 1036 - Vila Madalena
08/04 - Sábado
23h
50 primeiro lote
70 segundo lote

Vendas em:




NONE SHALL ESCAPE THE SHOW iIN THIS TIME!

You & Me apresenta: Rocksteady Sessions #2 - Derrick Harriott - Go Away Dream

No segundo vídeo da série ROCKSTEADY SESSIONS temos um time afiado de músicos do Reggae brasileiro, interpretando a classe e elegância de Derrick Harriott, um dos poucos artistas jamaicanos que tinha no currículo um know how de cantor e produtor.
Go Away Dream, que apesar de gravada em 1975, mostra como o rocksteady, mesmo tendo terminado em 68, seguiu influenciando na sonoridade jamaicana da época.
Curtiu? Compartilhe e ajude a divulgar esse grande projeto.

You & Me apresenta: Rocksteady Sessions #1 - Carlton and His Shoes-Love me forever



TÁ NO AR!! Primeiro vídeo do projeto Rocksteady Sessions! Músicas da era de ouro da Jamaica comentadas por nós da You&Me e executadas por músicos do cenário nacional com a curadoria de Edu SattaJah da banda Leões de Israel.
Nessa edição, um dos maiores sucessos dos bailes, Carlton & The Shoes - Love Me Forever!


Rocksteady sessions volume 1 é:

Edu SattaJah – Baixo e Vozes
Guilherme Tamer – Bateria
Renato Taimes – Guitarras
Rafael Senegal – Teclados
Daniel Charelli – Trombone
Samuel Charelli – Trompete
Tico D’Godoy – Sax alto e tenor
Pedro Lopes – Técnico de gravação

Gravado ao vivo no estúdio Music Dot
Imagens e edição: Karavelha Films

You&Me apresenta "Rocksteady Sessions"

video

Já estão por dentro da novidade da You&Me?
No dia 1 de dezembro a Y&M apresentará um novo projeto(inicialmente virtual), ROCKSTEADY SESSIONS, em parceria com os principais músicos de Reggae do cenário Brasileiro.
Com a curadoria artística de Edu Sattajah(Leoes de Israel/Groof Boogaloo/What is Soul), vamos entrar de cabeça no ritmo Jamaicano que acaba de completar 50 anos de idade, o Rocksteady.
Releituras dos maiores clássicos do gênero, feitas com fidelidade as imortais obras criadas pelos maestros Jamaicanos. E junto de cada releitura, teremos ainda uma introdução a toda história que circunda cada uma das obras primas.
Música & Informação!
Y&M 10 ANOS

Pioneers Meets You&Me - Jamboree 10 anos!


2016 está repleto de datas especiais para nós. Completaremos 11 anos de Jurassic Sound, 9 de Jamboree e 10 anos de You&me Crew. 

Para celebrar esses números, traremos uma vacina importada e inédita pra você que sempre sofreu com a febre do Reggae.

**THE PIONEERS**

O lendário trio vocal formado por George Dekker, Jackie Robinson, Sidney Crooks(hoje fora do grupo), vem a São Paulo para apresentação única, na primeira JAMBOREE especial de 10 anos.

A banda de apoio será ninguém menos que os Leões de Israel, que irão acompanhar Jackie e Geroge nos mais diversos hits de 50 anos de carreira, como Long Shot Kick the Bucket, Reggae Fever, Foey Man, Pusherman, Papa was a rolling stone, e várias outras pedradas!

Desta vez o baile rola ali na Vila Madalena, mais precisamente no Estúdio(antigo Emme), uma casa mais ampla e com estrutura mais adequada pra receber show classe desses!(Casa da Luz continua sendo nossa residência para bailes que contemplem apenas discotecagens)

Como de costume, a vibe começa às 23h do sábado, na pista o sound system dos irmãos da High Public irá amplificar nossas discotecagens a base de muito Ska, Rocksteady e Reggae, além de toda aquela bagunça com categoria e sabedoria que só a Jamboree lhe oferece há tantos anos ♥

Então estamos conversados: REGGAE FEVER IS GOOD!


**Jamboree especial 10 anos - Pt.1**

Jurassic soundsystem @ Pista
The Pioneers(Jamaica) @ Palco

Estúdio
Rua Pedroso de morais 1036 - Vila Madalena
12/03 - Sábado
23h
30 antecipado ( http://bit.ly/1QHrTs9 ) - Limitados!
40 lista (festajamboree@gmail.com)
50 porta

*Aceitamos cartão de débito e crédito.
*Para os que forem de carro a casa possui valet na porta.
*Metro mais prox. Estação faria lima

- Arte por Pedro Pinhel -


Podcast You&Me - Bob Marley


Provavelmente Bob Marley foi o artista mais incompreendido da Jamaica.

Lhe deram títulos, frases, cargos, coroações e até lhe fizeram um líder pacifista espiritual! Enquanto ele só queria ser reconhecido pelo seu talento, pela sua música(assim como diversos outros jovens que nasceram nas pobres e violentas favelas Jamaicanas…).

Aos invés disso sua musicalidade foi esquecida e deixada de lado por boa parte do mundo que venera o “Ghandi Jamaicano” que no ápice de sua loucura assumiu o personagem que o tanto lhe fez mal(afinal todo estresse e mandamentos desse lider espiritual culminaram em sua morte), sim mal pois e seu leito de morte ele renegou tudo e voltou a ser um simples “jovem cristão” como a maioria de sua época, como a maioria Jamaicana.

Músico, compositor, produtor de 1°, Marley era o tipico jovem de Trenchtown que no inicio de 60 deu inicio ao seu sonho musical que terminou brevemente em 80 com sua morte por câncer… Um rudeboy Jamaicano que pra boa parte do mundo não passa de um punhado de frases bonitas ou de um “chapado” pregador da paz e amor…

Y&M APRESENTA: PODCAST ESPECIAL BOB MARLEY


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Antes de tudo: a Jamaica não fica na África!

E tem mais: só 10% da Jamaica é rastarafi!

E quer saber? você não precisa fumar maconha pra gostar de reggae!

Além do que: quando você ouve Bob Marley, você já parou pra pensar que existem outros músicos na Jamaica além dele?

Se você veio parar aqui esperando encontrar um ambiente “chapado”, cheio de Bob e bicho-grilisse, você veio pro lugar errado.

A Jamaica é um país com uma das culturas musicais mais ricas e belas do mundo. Seria um desrespeito se a gente não a levasse muito a sério.

Um exemplo rápido pra você entender melhor: você sabia que existem mais de 300 estúdios naquela ilhota? Pois é. São tantos músicos, histórias e lendas, que a gente decidiu criar um blog pra falar somente dela.

A partir desse blog e do público surgiu a realização de sonhos inimagináveis como trazermos ao Brasil lendas como King Stitt, Dennis AlCapone, Jackie Bernard, Ska Professor entre outros.

Partilhamos do amor que temos à música jamaicana e convidamos você a conferir nossas histórias. 

Clique no link abaixo e confira os mais diversos temas musicais que a Jamaica tem a oferecer!

Conheça os maiores vencedores dos famosos festivais na Jamaica - From 'Bam-Bam' To 'Cherry Oh! Baby'


A década de 60 na Jamaica foi marcada por um boom de produções que fizeram a identidade musical da ilha e seu mercado fonográfico.

Fervilhavam artistas, cada um em busca de seu lugar ao sol. As competições musicais existentes indicavam qual seria o próximo sucesso.

Na segunda metade daquela década, o governo jamaicano começou a promover festivais e concursos músicais para achar novos talentos. As finais eram realizadas em Kingston durante a semana da independência.

Esse disco traz os vencedores do "Jamaican Festival Contests" desde seu ínicio, em 1966, até 1972, ano do lançamento desse álbum. Tirando os sete vencedores de cada ano, o disco ainda traz mais três artistas que não chegaram a ganhar um festival, mas que hoje em dia são clássicos exemplos do período em que o reggae na jamaica ainda engatinhava.

1966 - O primeiro festival acontece. A vencedora foi a música de abertura desse álbum, "Bam Bam", feita pelo "Rei do Reggae" (não Bob Marley), e sim Toots & Maytals.


Liderado pelo brilhante cantor Frederick 'Toots' Hibbert, o responsável por introduzir a palavra Reggae como sendo um estilo de música, e com o apoio de backing vocals de Henry Gordon e Jerry, o grupo começou a gravar em 1962 para o produtor Coxsone Dodd. No final de 1964 começaram a trabalhar para o Byron Lee. Foi o gênio da música jamaicana com seu grupo The Dragonaires que produziu e gravou essa música vencedora do festival de 1966, Bam Bam, com Toots & Matals!








1967, foi a vez da belíssima 'Ba Ba Boom' do grupo de rocksteady 'The Jamaicans'









1968 - Nesse ano foi a vez de Desmond Dekker com a música 'Intensified' que tornou-se o primeiro lugar, batendo o Toots & Maytals, que ficaram em segundo lugar com a música "Bim Today"









1969 - Toots & Maytals ganha pela segunda vez com a música "Sweet and Dandy"








1970 - Hopeton Lewis fatura a primeira posição com a "Boom Shacka Laka", feita pelo produtor Duke Reid.








1971 - Um dos maiores sucessos desses festivais, responsável pela venda de mais de 400 mil cópias. A vencedora do ano foi Cherry Oh! Baby do cantor Eric Donaldson. Durante a performance desse som no festival, o que se ouvia era o som da platéia em uníssono cobrindo a voz de Eric Donaldson. O Cantor seria ainda o vencedor de mais 2 festivais, um em 1977 com a música "Sweet Jamaica" e no ano consecutivo com o som "Land of My Birth", conseguindo o tri campeonato, e igualando-se ao rei Toots & Maytals que ficou com a marca durante cinco anos.








1972 - The 'King', Toots & Maytals consegue um feito inédito para a época e vence pela terceira vez o festival. Nesse ano foi a música "Pomps & Pride", produzida por Warrick Lyn que ganhou o concurso.








A músicas "Da Da" do Junior Byles chegou a concorrer em 1972, mas não conseguiu vencer.








Outro som bacana, e raro, é o do Billy Dice, um dos integrantes do The tennors, com a Unity is love. Chegou a concorrer no ano de 72. A melodia é bem linda.








E para ilustrar esse clima de festival, Derrick Morgan com Festival 10.









a1 Toots & The Maytals - Bam Bam
a2 The Jamaicans - Ba Ba Boom
a3 Desmond Dekker & The Aces - Intensified
a4 Toots & The Maytals - Sweet & Dandy
a5 Hopeton Lewis - Boom Shacka Lacka
b1 Eric Donaldson - Cherry Oh Baby
b2 Junior Byles - Da Da Da
b3 Toots & The Maytals - Pomps & Pride
b4 Derrick Morgan - Festival 10
b5 Billie Dice - Unity Is Love

Mixtape - You&Me Inna Love Mood

Podcast - You&Me @ Jamaica - Dez 2010

Podcast mais que especial. Histórias que passamos em nossa viagem à Jamaica em dezembro de 2010.


You&Me Presents: Breezing Sounds Mixtape

Podcast - Merritone Label (1966 - 1968)



O que um libanês tem a ver com o início da música jamaicana? Qual o selo de rocksteady mais bem avaliado entre os colecionadores?

Essa e outras resposta neste podcast sobre a melhor label de rocksteady




BlackScorcha - Too Ignorant To Fully Appreciate (RVCA)


Quer saber o que rola na JAMBOREE?

Então deem uma conferida nessa mixtape feita 100% com tunes OBSCUROS da seleção da Jurassic soundsystem

Podcast Duke Reid (Trojan Records)



Ao lado de Cosxone Dodd (Studio One), Duke Reid foi o principal produtor da ilha.Saiba mais sobre o fundador da Trojan Records em nosso podcast!

A origem do jazz em Kingston – pré história da música jamaicana



Desde os anos 20, o jazz já se encontrava em evidência na capital jamaicana. Porém nessa época, ainda colônia da Inglaterra, era um privilégio, ou digamos “costume”, apenas dos brancos ouvirem esse tipo de música. Nas comunidades rurais e mais pobres, composta pelos jamaicanos descendentes de africanos e indígenas, a música predominante era a batida folk indígena, o Mento, somada ao canto afro cristão.

              Na alta sociedade jamaicana, como em todas do mundo, a cultura ditava que a música clássica era a que deveria ser apreciada, mas ao mesmo tempo, a música popular norte americana ganhava espaço nos ouvidos do mundo inteiro, independente de classe social. O Jazz foi o gênero que conseguiu nessa época unir o maior número de fãs. Durante os anos 30, algumas bandas locais de jazz já começavam a exportar grandes músicos para Europa, principalmente para UK, é claro. Alguns instrumentistas como o trompetista Leslie Thompson, e o saxofonista Bertie King, já mostravam que eram capazes de tocar jazz em alto nível, rapidamente foram para Inglaterra, e não demoraram muito para dividir o palco com lendas do calibre de Louis Armstrong, em suas passagens pela Europa.

Em Kingston a audiência de jazz já era tão grande que várias big bands começaram a se formar. As big bands lideradas por Whylie Lopez, Ivy Graydon e George Alberga faziam interpretações exclusivas para seus patrões da alta sociedade, já as big bands de Sonny Bradshaw, Eric Deans e Roy Coburn tocavam para platéias dividas por classe social e cor.

Uma nova geração começou a aparecer no cenário do jazz jamaicano nos anos 40, eram músicos que estavam acostumados a ouvir big bands da ilha, mas eram absolutamente influenciados pelo jazz americano tocado nas rádios. Já que a estação de rádio local ZQI não tocava jazz para os fanáticos, esses instrumentistas passaram a sintonizar em rádios dos EUA, como a WLAC de Nashville, WINZ de Miami, por vezes nas rádios de New Orleans, e também na estação de rádio das Forças Armadas, além da BBC na Inglaterra, para ouvir os fenomenais Charlie Parker e Dizzy Gillespie...

Podcast You&Me - Lyn Taitt (Rocksteady Tribute)



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Sinônimo de Rocksteady, Taitt foi um dos precursores do ritmo, sendo responsável por boa parte de sua identidade. Como guitarrista, ele criou aquela clássica “palhetada” nas cordas que se tornou, além de sua marca registrada, um dos elemtentos rotineiros nas gravações de rocksteadys.

Seu estilo único pode ser achado nos mais diversos clássicos e raridades da música jamaicana. Isso não é de se espantar se levarmos em conta que ele criou arranjos arranjos de cerca de 1.500 músicas. Com tanta contribuição, não é a toa que seu nome fosse incorporado a história musical da ilha.

O mais irônico de tudo é que Lynn Taitt nem ao menos era jamaicano. Ele faz parte de uma geração de músicos caribenhos que foram para Jamaica tentar viver da música. Taitt nasceu em Trinidad e Tobago, em 1940, onde conheceu uma guitarra pela primeira vez aos 14 anos. Oito anos depois o músico foi descoberto pelo produtor Byron Lee, que apostou as fichas no jovem e o levou para tocar na festa da independência jamaicana, em 1962.

A partir daqui, a história começa a ficar mais familiar. O músico decidiu adotar a Jamaica como seu país natal. Vivendo em Kingston, Taitt tocou em diversas bandas com Bob Marley, Skatalites, Desmond Dekker, Lee Perry, Baba Brooks, Tommy McCook & The Supersonics, além dos mais diversos produtores. É de Lynn Taitt a guitarra da música “Rude Boy” de Derrick Morgan, “Girl I’ve Got a Date” de Alton Ellis, além da clássica “Take It Easy”, de Hopeton Lewis, considerada o primeiro rocksteady.

Apesar disso tudo, ele ficou mais conhecido por seu grupo Lynn Taitt & The Jets, formado em 66 por ele, Hopeton Lewis, Gladstone Aderson, Winston Wright, Hux Brown e Headley Bennett. No final dos anos 60, Taitt se mudou para o Canadá, onde ainda fazia shows e participações. Em 2006, foi tema de um documentário chamado “Lynn Taitt: Rocksteady”

Greg Fernandes

Roger Rivas - Organ Versions Vol. 2

Segundo volume do álbum "particular" de Roger Rivas, tecladista da Banda norte-americana de Skinhead Reggae The Aggrolites.

Assim como no Organs Version Vol.1 , este álbum também faz releituras de bases conhecidas, mas com o teclado feito por Roger Rivas.

*** Se clicar em cima do nome da música, já começa a tocar. E se preferir pelo download, ele é instantâneo direto do servidor.



Wilton 'Bogey' Gaynair - Blue Bogey (1959)


Mais um representante da Alpha Boys School, Wilton 'Bogey' Gaynair começou sua carreira fora de Kingston por insistência de Dizzy Reece. Em sua primeira passagem por Londres o saxofonista chamou atenção de diversos produtores e músicos locais, pela participação no quinteto de Reece, em 1955. Alguns anos depois, em 1958 ele voltou para Londres onde manteve contato com Tony Hall, que o estimulou a gravar um álbum como líder, o resultado dessas conversas foi o disco de estreia de Gaynair, Blue Bogey, que traz dois temas dedicados ao produtor Tony, Deborah, homenagem de Gaynair a filha mais nova de Tony e Blues For Tony. Além de um músico excepcional, Wilton Gaynair era um homem muito humilde, modesto e um estudioso, ele achava que era necessário estudar o máximo possível para descobrir tudo que o instrumento poderia lhe proporcionar, assim conseguindo encontrar seu próprio estilo.

A primeira vez que ele ouviu as gravações desse disco ele disse a Tony: "Nada esta acontecendo... Eu consigo fazer muito melhor que isso!", o produtor respondeu: "Eu só rezo para quando você fizer melhor que isso eu esteja com as fitas gravando".

Line: Wilton Gaynair, tenor sax; Terry Shannon, piano; Kenny Napper, baixo; Bill Eyden, bateria.

01 - Wilton's Mood
02 - Deborah
03 - Joy Spring
04 - Rhythm
05 - Blues For Tony
06 - The Way You Look Tonight
07 - Gone With the Wind (Bonus)

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Dizzy Reece - Star Bright (1959)


Assim como Joe Harriott, Don Drummond, Tommy McCook e muitos outros grandes músicos, Dizzy Reece também aprendeu a tocar na Alpha Boys School. Mesmo sendo filho de um pianista que tocava durante filmes mudos em Kingston, foi somente na escola católica que ele começou a tocar, primeiro sax barítono e depois aos 14 anos passou para o trompete, e aos 16 já era um músico profissional. Durante toda década de 50 viajou pela Inglaterra e França, ganhando o respeito de muitos jazzistas que o viram tocar, como o genial Sonny Rollins, e especialmente Miles Davis, que dizia "Ele tem alma, originalidade, e acima de tudo: não tem medo de assoprar fogo!”, com tantos elogios Dizzy Reece chamou atenção do produtor Alfred Lion, dono da maior gravadora de Jazz dos EUA, a Blue Note Records.

Durante suas primeiras gravações pela Blue Note, Dizzy não conhecia os músicos, apenas Art Taylor que havia tocado com ele em Paris. Porém, Dizzy costumava dizer que já tinha tido contato com a alma de cada um deles, e que isso era o mais importante. Hank Mobley foi o que mais se aproximou de Dizzy, virando um parceiro constante.
Esse disco marca a fase americana na carreira do trompetista, depois de ter tocado por todos clubes de jazz de Tottenham à Paris, os americanos conseguiram levar Dizzy para o verdadeiro mundo do jazz, New York.

Line:
Hank Mobley, tenor sax; Dizzy Reece, trompete; Winston Kelly, piano; Paul Chambers, baixo; Art Taylor, bateria.

01 - The Rake
02 - I'll Close My Eyes
03 - Groovesville
04 - The Rebound
05 - I Wished On The Moon
06 - A Variation On Monk

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Joe Harriott - Southern Horizons (1960)


Em 1951, Joe Harriott desembarcou em Londres com apenas 23 anos, para acompanhar a big band de Ossie DaCosta. Após a tour por UK, Harriott decidiu ficar na Inglaterra, onde gravou diversos álbuns, Southern Horizons é o seu disco de estreia pelo selo Jazzland. É notável a busca do saxofonista por  referências latinas inseridas no jazz, por isso a escolha de temas como Caravan de Duke Ellington, e Senor Blues de Horace Silver, além da faixa título que traz uma performance quente de Frank Holder no bongo.

Considerado por muitos fundador do free jazz ao lado do genial Ornette Coleman, Joe Harriott que depois dedicou sua carreira a diferentes formas de tocar e novas linguagens musicais para unir ao jazz, aqui ainda era um mero desconhecido mas já tinha essa vontade de trazer novos sons para sua música. É um grande álbum de estreia, gravado em 1959 e lançado em 1960. Hard bop de primeira linha, tocado com excelência. O disco chocou os ouvintes de jazz da Inglaterra, e abriu muitas portas para Joe Harriott em clubes de jazz em todo país.

Line: Joe Harriott, alto saxofone; Hank Shaw, trompete (faixas 1-3 & 5); Shake Keane, trompete, flugelhorn (faixas 4 & 6-9); Harry South, piano; Coleridge Goode, baixo; Bobby Orr, bateria; Frank Holder, bongos.

01 - Still Goofin'
02 - Count Twelve
03 - Senor Blues
04 - Southern Horizons
05 - Jumpin' with Joe
06 - Liggin'
07 - Caravan
08 - You Go To My Head
09 - Tuesday Morning Swing

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Jazz Jamaica From the Workshop (1962)


A Y&M sempre teve como função primordial, não deixar a história da velha guarda da música jamaicana cair no esquecimento. É necessário escutar, sentir, discutir, compartilhar e, sobretudo, respeitar quem deu o ponta pé inicial dessa cultura. Todo esse movimento do jazz jamaicano se consolidou em 1954 com o grande concerto de Jazz no Ward Theater em Kingston. Os grandes jazzistas daquele ano Joe Harriott, Sonny Grey, Dizzy Reece, Harold McNair, se retiraram do país para buscar reconhecimento no velho mundo, porém uma nova safra de grandes instrumentistas e arranjadores estava surgindo.

Para começar uma série de postagens dedicadas aos maiores jazzistas que a Jamaica já criou, vamos postar essa pérola fundamental produzida por Coxsone Dodd, lançada pelo Studio One em 1962. Jazz Jamaica From the Workshop é o nome do álbum e projeto de Sir Coxsone para homenagear o ano de  independência da Jamaica.

Ele reuniu os mais virtuosos músicos de Kingston sob a batuta de Tommy McCook para gravar um álbum exclusivamente de Jazz. O disco traz quatro composições originais, “Serenade in Sound” e “Mr. Propman” escritas por Don Drummond, “The Answer” de McCook, e por fim, “It Happens”, tema do pianista Cecil Lloyd. Além de ser um dos primeiros registros do Jazz jamaicano, o valor desse disco está no grande encontro dos jovens Tommy McCook, Roland Alphonso e Don Drummond. Essa aproximação foi o começo da amizade dos músicos que alguns anos depois juntos criaram os Skatalites.

Line:
Tommy McCook, tenor sax; Roland Alphonso, tenor sax; Billy Cooke, trompete; Don Drummond, trombone; Cecil Lloyd, piano; Ernest Ranglin, guitar; Lloyd Mason, baixo; Carl McLeod, bateria.

01 - Calypso Jazz
02 - Serenade In Round
03 - The Answer
04 - Bennie's Tune
05 - Never On Sunday
06 - Away From You
07 - Mr Propman
08 - It Happens

You&Me Presents: The Jamaican Blues Vol.1


Quando perguntamos, “Qual foi o primeiro ritmo legitimamente Jamaicano?” A resposta é quase sempre que automática, “O ska”.

O ska foi realmente o primeiro ritmo da ilha a ser gravado por jamaicanos. Mas antes deles fazerem sua própria música, apenas reproduziam outros sons em uma febre chamada "Sound System".

Os sistemas de sons Jamaicanos deram início a essa cultura mundialmente conhecida desde os anos 50 em Kingston e também em todo interior da ilha. Esqueça aquela história que é lida na internet de que Soundsystem eram caminhões equipados com sistema de som. Nada disso, não era trio elétrico. Eram basicamente caixas de sons e toca discos.Tocavam basicamente os ritmos Caribenhos oriundos de Trinidade Tobago, como o Mento e Calypso. Fora isso os “soundman” da época eram, em sua maioria, apaixonados pela música Americana, como o Jazz, Doo Wop e o Blues, com foco principal no Rhythm and Blues.

Artistas como Fats Domino dominavam as seleções dos seletores da época. Era comum que eles fossem até os EUA em busca de tunes novos e obscuros pra incrementar suas festas, Fats inclusive excursionou pela Jamaica no início de 60 e foi recebido como um verdadeiro Rei e lotou todos seus concertos na ilha.

E com toda essa paixão que os Jamaicanos tinham pelo Rhythm and Blues era mais do que óbvio que eles não deixariam isso apenas a cargo dos sistemas de som. Os produtores locais, que até então em sua maioria só produziam ritmos Caribenhos, resolveram criar o seu próprio ritmo. Era um ritmo criado na Jamaica e não um ritmo “do Caribe” , foi então que no final dos anos 50 nasceu o JAMAICAN BLUES.

Apesar de inspirado no Rhythm and Blues Americano, o Jamaican Blues era mais do que uma simples “vertente”. Foi o primeiro ritmo Jamaicano. Era a música Americana ganhando o swing da ilha, com "shuffles" que somente os Jamaicanos conseguem fazer até hoje com perfeição. Também foi incluído o lirismo, que passava de ser de amor e religioso-cristão.

O jamaican blues começava a ganhar temas mais recorrentes aos Jamaicanos, como histórias Africanas. Dose de africanidade no quesito musicalidade tamém foi colocada com um toque de percussão Nyah - Em algumas gravações como Lumumbo, de 1961, a música é inteiramente “nyah” com apenas acompanhamento de metais e um toque do piano do Rhythm and Blues -  Era a música Jamaicana criando forma. Era o nascimento do que podemos chamar de pai do Ska!

Foi no Jamaican Blues que os principais cantores da ilha se arriscaram antes do Ska nascer, como Derrick Morgan, Lloyd Robinson, The Beckford, Cornel Campbell, Clancy Eccles.  Muitos daqueles jovens viram naquele novo ritmo uma oportunidade de começar suas carreiras. Ele também foi um ritmo breve, porém, que não teve um fim decretado. Apenas foi assumindo ainda mais seu lado Jamaicano até desaguar no famoso Ska.

Gravações datadas de 1958 até 1961/62 com alguns desses principais artistas da música Jamaicana sob o comando de gente, como Coxsone, Prince Buster e Duke Reid, deram início a febre de gravações que assolou a Jamaica em 60&70 e também foram responsáveis por dar uma cara mais local as festas, já que agora se tinha um ritmo totalmente criado e feito por eles rodando nos toca discos Kingston afora. Era o real início da história da MÚSICA JAMAICANA que daria origem ao Ska.

Nessa coletânea da You&Me nós apresentamos para vocês um pouco do que foi esse primeiro e “perdido” ritmo feito na Jamaica, gênero que podemos ouvir jovens ainda desconhecidos, como Hortence Ellis, Eric Monty Morris, Joe Higgs, Owen Gray, Sklully, se arriscando em canções que tem bandas de apoio como Duke Reid Group, Clue J & Blues Blasters, Mellow Larks fazendo a base para que se iniciasse a rica cultura musical Jamaicana que tato amamos! Portanto, ESSENCIAL!!

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01- The Melody Enchanters - Amanda
02 - The Hi Tones - Going Steady
03 - The Wiggans - Let´s sing the blues
04 - Duke Reid & His Group - Duke´s Cookies
05 - David Brown - Pretty Baby
06 - Cable & Wireless - Bell´s Orchestra
07 - Jackie Estick - Boss girl
08 - Eric Monty Morris - I´ve Tried
09 - Derrick Morgan - Wigger Wee Shuffle
10 - Clues J & The Blues Blasters - Swanee River Rock
11 - Clues J & The Blues Blasters - Five Minutes on Beeston Street
12 - Clancy Eccles - Freedom
13 - Theo Beckford - Jack and Jill Shuffle
14 - Lloyd Clarke - Serpent Shuffle
15 - Bonnie & Skitter - The Wicked
16 - Neville Esson - Wicked and Dreadful
17 - Clue J & The Blues Blasters - Silky
18 - Jiving Juniors - Hip Rub
19 - Monty Alexander - Lazy Lou

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You & Me Presents: Merritone (Rocksteady 66-68)






Indo direto ao ponto, a Merritone é sem dúvida o melhor selo de rocksteady. Não só porque fez parte da época de ouro do ritmo, 66 a 68, mas também porque tinha os instrumentistas que o criaram. Estamos falando de Lyn Taitt, Hopeton Lewis, Gladstone Anderson, algumas das feras que são a alma da Merritone e do rocksteady.

A Merritone começou como uma subsidiária da Federal Records, primeira label da jamaica. Isso foi em 54 e, apesar de ser o início da musica jamaicana, quem mandava em tudo isso, acredite, era um libanês chamado Ken Khouri, dono da Federal. Foi ele quem incentivou pessoas como Coxsone Dodd e Duke Reid e montarem seu próprio negócio.

Independente de ser jamaicano ou não, as músicas eram totalmente voltadas para o gosto da ilha. No começo era o mento, calypso e Rhythm Blues que dominavam. Mas com o passar dos anos a independência da jamaica em 1962, a Federal se rendeu ao primeiro ritmo da Jamaica, o ska. Isso durou até 66, ano em que o ritmo começou a mudar para o rocksteady. Aí entram os filhos do libanês com a ideia de criar um selo especialmente dedicado a esse novo ritmo que estava fazendo a cabeça dos jamaicanos.

Separamos alguns exemplos das músicas que fizeram da Merritone a melhor label de rocksteady da Jamaica.

Ouça também nosso Podcast Especial Merritone

01 - You Got to be Clean - Ethiopians
02 - Tomorrow’s Children - Bang Bang Rock Steady
03 - Headache - The Ethiopians
04 - So Weary -The Minstrels
05 - Walk On By – The Zodiacs
06 - Finders Keepers – Laxton Ford
07 - Sounds Of Silence – R. Alphonso, L. Taitt & The Jets
08 - Mr. Hops – The Renegades
09 - Knocking On My Door – The Renegades
10 - You’re Too Young To Love – The Renegades
11- You’ve Lost The Love – The Renegades
12 - Rocka Shacka – Hopeton Lewis
13 - Love Is Blue – Lynn Taitt & The Jets
14 - Don’t Cry – Hopeton Lewis
15 - I’m Gonna Be Free – The Ethiopians
16 - Music Got Soul – Hopeton Lewis
17 - Move Up – Lynn Taitt & The Jets
18 - Felicia – Ernest Ranglin & Lyn Taitt
19 - Let Me Come On Home -Hopeton Lewis
20 - ABC Rock Steady – Lynn Taitt & The Jets
21 - Rainbow Valley – Lynn Taitt & The Jets
22 - We Gonna Make It -The Termites
23 - Hardships of Life – Hopeton Lewis
24 - Pepper Pot – Lyn Taitt & The Jets
25 - Love Me Forever – Lynn Taitt & The Jets
26 - That Lonely Feeling – The Gaylettes

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VA - Rave On Brother [1974]


Coletânea lançada pelo selo Attack em 1974 com algumas misturebas entre Country, Roots e até Early Reggae. Como destaque, Owen Gray com a pedrada No More, na base de Loch Ness Monster.


A1 William Brown - I'm alone
A2 Delroy and U Roy - You keep on running
A3 Alton Ellis - Hey world
A4 George Ferris - With every dream
A5 Joncunoo - Rope of sand
A6 Owen Gray - No more
B1 Junior English - Anniversary
B2 Alton Ellis - Harder & harder
B3 Joncunoo - I'd like to teach the world to sing
B4 Ruffians - Roomful of tears
B5 Joncunoo - The end
B6 Joncunoo - When we were children